"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis".
Posted at 2008-12-16 16:09:28 PST(UTC-8H) Comments(0) | Permanent link
E é assim... A mesmice apaga o fogo, e frios... caminhavam. Fugindo de envolvimento. Desacreditavam... Até a libido congelou.. Mas de um ponto qualquer do mundo o sol a presenteou Com aqueles olhos tristes de menino perdido Que agora se achou... Amor... coisa louca, ilumina Na seqüência, desatina. E foi assim... dia apos dia Ela, que já não acreditava, para crer que seria possível Teve que digerir que não era mais sozinha. Envolvimento maior a cada dia... De repente, tudo muda , a uma pessoa pertencia E com esta tal de saudade... Sabia que conviveria. Agora?! Presença viva na memoria. Na boca a vontade do gosto do beijo Na pele... queria tatuado o corpo dele.
Posted at 2008-12-16 09:30:54 PST(UTC-8H) Comments(0) | Permanent link
Trago comigo a magia da sedução... O encanto da noite enluarada... Em meu olhar te oferto... O brilho das estrelas... Carregado de paixão...
Na voz tenho veludo... No olhar o feitiço... Olhe em meus olhos... Toque em meu corpo... E sinta o meu coração...
Continue olhando em meus olhos... Vejo aqui o encontro... Do destino marcado... Sem juramento... Que o tempo ainda não esqueceu...
Acredite sou cigana... Não pense que estou a te enganar... Beba esta taça de vinho... Que a mulher de seu destino... Sou eu cigana da sedução... Nesta noite de luar...
Posted at 2008-12-16 07:12:21 PST(UTC-8H) Comments(0) | Permanent link
Além da Terra, além do Céu, no trampolim do sem-fim das estrelas, no rastro dos astros, na magnólia das nebulosas. Além, muito além do sistema solar, até onde alcançam o pensamento e o coração, vamos! vamos conjugar o verbo fundamental essencial, o verbo transcendente, acima das gramáticas e do medo e da moeda e da política, o verbo sempreamar, o verbo pluriamar, razão de ser e de viver
Carlos Drummond de Andrade
Posted at 2008-12-16 01:57:17 PST(UTC-8H) Comments(0) | Permanent link
Natal é o aniversário de JESUS, isso é tudo, tão simples e tão lindo, triste é o ser humano que não consegue entender isso e complica tudo, natal é esse DEUS tão grande que se faz tão pequeno para entrar em seu coração. "
Posted at 2008-12-15 15:19:52 PST(UTC-8H) |
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Deitada na grama, o céu empoeirado de estrelas. Passei o dedo e - curioso - algumas vieram grudadas na ponta. Olhei para cima e assoprei. Foi tanta estrela caindo que agora eu mal consigo enxergar de tanta esperança.
Posted at 2008-12-15 03:27:27 PST(UTC-8H) Comments(0) | Permanent link
Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:
- O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não !
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.
No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher… O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
“Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos.”
Posted at 2008-12-14 06:59:10 PST(UTC-8H) Comments(0) | Permanent link
Uma velha senhora chinesa possuia dois grandes vasos, cada um suspenso na extremidade de uma vara que ela carregava nas costas.
Um dos vasos era rachado e o outro era perfeito. Este último estava sempre cheio de água ao fim da longa caminhada da torrente até a casa, enquanto aquele rachado chegava meio vazio.
Por longo tempo a coisa foi em frente assim, com a senhora que chegava em casa com somente um vaso e meio de água.
Naturalmente o vaso perfeito era muito orgulhoso do próprio resultado e o pobre vaso rachado tinha vergonha do seu defeito, de conseguir fazer só a metade daquilo que deveria fazer.
Depois de dois anos, refletindo sobre a própria amarga derrota, falou com a senhora durante o caminho: 'Tenho vergonha de mim mesmo, porque esta rachadura que eu tenho me faz perder metade da água durante o caminho até a sua casa...'
A velhinha sorriu:
'Voce reparou que lindas flores tem somente do teu lado do caminho? Eu sempre soube do teu defeito e portanto plantei sementes de flores na beira da estrada do teu lado e todo dia, enquanto a gente voltava, tu as regavas.
Por dois anos pude recolher aquelas belíssimas flores para enfeitar a mesa. Se tu nao fosses como és, eu não teria tido aquelas maravilhas na minha casa.
Cada um de nós tem o próprio específico defeito. Mas o defeito que cada um de nós tem é que faz com que nossa convivência seja interessante e gratificante.
É preciso aceitar cada um pelo que é e descobrir o que tem de bom nele.'
Posted at 2008-12-13 15:15:37 PST(UTC-8H) Comments(0) | Permanent link